22.9.10

Estar em coma, dizer a verdade e nuvens. In the Sky.

Isto é para se ouvir baixinho, baixinho, baixinho. Tapado debaixo de qualquer coisa forte. Um corpo, um edredão, uma noite. Por aí. Assim ao de leve, como quem não quer a coisa.

First Breath After Coma by Explosions in the Sky


Esta é a minha banda preferida de prog-rock. Ora que bem, não é?, um rótulo. Acho que esta também é a minha banda preferida no nome de albums. É infinitamente espectacular; senão vejamos:

  1. How Strange, Innocence (2000)
  2. Those Who Tell the Truth Shall Die, Those Who Tell the Truth Shall Live Forever (2001)
  3. The Earth Is Not a Cold Dead Place (2003)
  4. The Rescue (2005)
  5. All of a Sudden I Miss Everyone (2007)

O "Those Who Tell The Truth..." é, sem sombra de dúvidas, o meu nome preferido de álbum de sempre. Dá para pegar e fazer tanta coisa, não é? Se alguma vez fundar uma religião, a reza mestra será alguma coisa nestas linhas. É também bonito pensar no nome da banda e em nuvens. São coisas boas. Boas.

Isto de se ser adolescente é uma parvoeira. Mas o importante aqui é a música. Ouvi.

19.9.10

Don't say no to me / You can't say no to me

Às vezes não há culpa que suporte a necessidade de se pedir desculpa.

An echo, a stain - Bjork

E perceber sobre o que é a música?; Isso sim é um desafio.
No songmeanings há quem fale de um encontro com a morte ou de uma violação, mas ao que parece a letra foi tirada aos bocadinhos de uma peça chamada Crave, da Sarah Kane e não dá para, felizmente, retirar um grande significado absoluto.

Na minha cabeça não há nada mais obviamente sexual do que um eco e uma nódoa. Mas eu sou uma pessoa fácil.

Old Weapons

And if you can't dance to this you can't do nothing for me baby.

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